Entradas do Maio 2008

Terça-feira, 27/Maio/2008

Guga e os “heróis” brasileiros

Eu não agüento mais ver o mundo todo falando sobre o fim de carreira do Guga – como se ela estivesse acabando agora. Já acabou, faz tempo, isso se um dia o tenista teve, de fato, uma carreira de verdade, não apenas um errante pelo circuito mundial. Sua qualidade é indiscutível, especialmente no saibro. A [...]

Sábado, 24/Maio/2008

Do metal melódico à chatice interminável

Algumas vezes, como todo ser humano, eu sou tomado por curiosidade mórbida. E, apesar de nunca ter sido um fã fervoroso do estilo vocal agudinho gay, fiquei tentado a baixar o disco novo do Michael Kiske, Past in Different Ways, em que ele regrava clássicos do Helloween com uma “nova roupagem”. Inocente, acreditava na possibilidade [...]

Quarta-feira, 21/Maio/2008

A fase desgraçada nas quatro linhas

Não foi dessa vez. Como disse em um post anterior, queria ver o Manchester terminando a temporada sem ganhar nada, mas levou tudo. Todavia, não altera o fato de ter sido um jogão em Moscou, bem à sulamericana. De bom nível técnico (nada comparado às jornadas históricas do Liverpool contra Arsenal e Chelsea), brigado, tenso, [...]

Domingo, 18/Maio/2008

À beira da insanidade, a felicidade

Foram duas semanas pelas quais eu esperei os últimos dez anos. Ok, ok, talvez um pouco menos. A última vez que o Queensrÿche, uma das minhas duas bandas favoritas de todos os tempos – a outra é Savatage – aportou em terras brasileiras foi em 1997, quando, jovem e sem muita noção das coisas, jamais [...]

Domingo, 4/Maio/2008

A dengue e a praga do Rio

Como todo gordinho metaleiro metido a intelectual, praia nunca foi muito a minha praia. Talvez por isso eu não conheça o Rio tão bem quanto alguém fanático por viajar deveria.  Mas esta semana será cheia, graças a uma viagem à cidade maravilhosa, cheia de dengue e de Ronaldos mil atrás de travestis (não que tenha [...]

Quinta-feira, 1/Maio/2008

Reencontro

Ainda estou embalado pela fantástica noite de ontem no Morumbi. Tomado por 51 mil corinthianos ensandecidos, cuja única missão era mostrar que acreditavam no time, e não deixá-lo desistir. Era necessário ser um robô para não sentir o efeito. Cada atleta do time percebeu a obrigação de dar o máximo de si para conseguir o [...]